confiava tolices, pensamentos, brincadeiras.
confiava sua casa e seu quarto.
sua loucura e suas dores.
por vezes confiava seu corpo e sua cama.
confiava senhas e chaves, desejos e anseios.
mas nunca confiara seu sono a ninguém.
no dia que [enfim] ela adormecer sob os olhos de outrem, a conversa [que de fiada, nunca teve nada] acaba.
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