30 Setembro, 2006

chóro no chôro

teatro fecap. 29 de setembro. frio. garoa na terra da própria.
21h15. as luzes acendem e paulinho da viola começa o show.
o sambista mais elegante do brasil. a pessoa mais doce.
status: inebriada.



quem sabe de tudo, não fale. quem não sabe nada, se cale!

rezamos juntos e pedimos que aquela jura não tenha ido para mais ninguém.
[sim, com paulinho a gente nao canta. a gente reza, flutua, chora, ri e sorri]

hoje eu vim minha nêga, e vi que não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar.

o momento alto: ele chama izaías do bandolim e israel do violão. [dois mestres do choro paulistano]. no cavaquinho, o próprio.

e eles choram. choram e se olham. choram durante quase 10 minutos o mais belo choro.
choramos também.

2 horas depois ele ainda tem a coragem de nos contar que o coração leviano trama em segredo seus planos.
divino.

24 Setembro, 2006

te adorando pelo avesso

nos bastidores estava césar camargo mariado. então ex-marido e seu grande amor.
ELA provou que ainda era dele.
a mais bela interpretação... à flor da pele, e da terra.


13 Setembro, 2006

risada certa.

11 Setembro, 2006

mundo perdido. pelo menos o enquadrado.

tô com preguiça de escrever e gosto do desenho da noviça rebelde aparecendo.
mas há "precisão" de "estar" dividindo isso com alguém:
aconteceu essa semana. na vida e na TV da minha casa... apenas constatações.

1. me deram uma câmera na mão e disseram: grava aí! (eu não sei nem tirar foto)
2. o thiago lacerda parece um ursinho ewok.
3. a camila morgado tá fazendo propaganda de atroveran
4. o fábio junior precisa de tp pra repetir um texto de 5 linhas.
5. a propaganda política é obrigatória.
6. (...) fique à vontade...

pelo menos eu passei o domingo com robert (o de niro).
liza (a minelli) nos fez companhia. aliás, agradabilíssima.
além disso, nós trabalhamos com açúcar como se não houvesse amanhã.

10 Setembro, 2006

the hills are alive with the sound of music

tá, eu sei que sou mega contra estrangeirismos, mas venhamos e convenhamos. em letra de música e nome de filme não se mexe! enfim...
esse é, sem dúvida o filme da minha vida. minha primeira lembrança cinematográfica além do walt (o disney).
ok. nesse blog e em tudo o que eu penso, digo e escrevo tem pedaços de letras de música.
é assim que eu me comunico.
nem sempre eu quero dizer a letra toda, por isso faço retalhos. noutras vezes eu quero mesmo é que todas as palavrinhas estejam lá. uma ao lado da outra. dizendo exatamente o que tem que ser dito.

eu posso inverter o tempo verbal dizendo que eu subverti o que era um sentimento, e assim, fiz dele razão.
posso dizer que te perdôo por te trair, só pq é lindo e a letra inteira é fantástica.
eu sempre vou dizer que quero apenas uma pausa de mil compassos.
vou pedir algo de que emprestei falando pra pessoa me devolver o neruda que me tomou e nunca leu.
quando acordar num dia qualquer direi que na galeria, cada clarão é como um dia depois do outro dia. e que eu passo sem ver meu vigia catando a poesia que entorno no chão.
quando for a uma festa, direi que as morenas vão sambar porque quem samba tem alegria.
e quando estiver apaixonada, meu nick será: na batida, no embalo da rede, até que os olhos mudem de cor.
e se essa moça tá diferente, nem sempre ela está te passando pra trás, mas pode ter certeza de que ela está pra lá de pra frente, dançando com ele e dizendo que é sem compromisso. outros olhos e armadilhas.
mas vou jurar que no tempo da maldade a gente nem era nascido e que agora era fatal que o faz de conta terminasse assim.
talvez eu queira voar de mãos dadas com você, ou dizer que eu tenho mais de vinte anos e tenho mais de mil perguntas sem respostas.
quando o sangue jorra pelos furos, pelas veias de um jornal e eu não te quero! eu te quero mal!....
.... é só porque é bonito e eu ouço todo dia.
e se você não entendeu nada do que eu disse aqui... aí eu vou cantar:
me larga, não enche! você não entende nada e eu não vou te fazer entender.

Os Josés. Os 4.

Tem gente que acha que eu me refiro ao meu pai e aos meus irmãos como "Os 4 Josés" só pra facilitar.
Afinal, são muitos!
Mas eles são 4. E são todos Josés.
O pai: José Ullysses, 68, economista aposentado.
O mais velho: José Flávio, 43, produtor de eventos, irmão e [pai]drinho. (Zé)
No meio: José Luis, 39, médico, músico, monge e anjo da guarda (Gugu)
E...: José Fernando, 36, piloto de testes de carro, brincava de lutinha, mas eu fiquei maior que ele. (Fefê)


Em outro texto comentei como é ser uma mulher que cresceu no meio de tanto homem.
Você vira uma mistura de "um deles", cuida, protege, é o alvo de todas as piadas e ao mesmo tempo é o bibelô. O xodó.

Episódio de Hoje:
As perguntas que eles fazem. Ciúme. Capítulo 1.'

É legal ter a irmã pra cuidar, coçar as costas, dar palpite sobre a roupa e sobre namorada nova.
É legal sair com a irmã pra tomar cerveja.
Fazer churrasco e jantar fora é bacana.
Falar que ela é mulher E, porém, contudo, todavia, ela dirige bem.
Também é legal trabalhar com ela e ter orgulho do retorno profissional.
Melhor ainda quando a irmã é apaixonada pelos sobrinhos e adora ficar de babá.
Aí chega o boato de que algum ser humano do mesmo sexo que eles pode estar por perto....
Humm, aí não é legal.

As perguntas...
  1. O que ele faz? Quantos anos? (básicas)
  2. Ele é corinthiano?
  3. Ele gosta de "breja"?
  4. Ele gosta de churrasco?
  5. Ele gosta de carro?
  6. Ele tá te apertando? (O nível vai abaixando conforme o ciúme vai aumentando)
  7. Você já ... pra ele? (Essa sempre me deixa furiosa)
  8. Ele aceita piadas numa boa? (Começam os planos...)
  9. Quando ele vem aqui? (A resposta é sempre: "Ele não existe, mas se existisse não viria.")
  10. Ele vai gostar da gente, né? (A última...)

Os comentários... pra mim...

  1. É pilantra.
  2. Tem outra.
  3. Você não vai ser burra e acreditar no que ele diz, né?
  4. Não quero conhecer.
  5. Quando for casar, você apresenta.
  6. Não é corinthiano? Então é viado!
  7. Não toma breja? Então é viado!
  8. Toma breja? É alcoolatra!
  9. Não aceita piadinhas? Tá fudido...
  10. Traz ele aí... (E eu digo: aham!)

Como é que faz? não faz.... hahahahaha.
Pra que eu vou aborrecer logo 4 Josés de uma vez só?

Como já disse o primeiro José: O dia que o pilantra (meu pai gosta dessa palavra) chegar até mim, não vai mais ter jeito.
O segundo José, que não é ciumento diz: O cara que conseguir segurar minha irmã já tem meu respeito.
O terceiro: Minha irmã, não! Não e Não! E mais alguns nãos...
O quarto é prático: Não quero saber! Pega 2 latinhas de breja (uma pra ele e outra pra mim) e me dá um tapa na bunda.

Sou louca por eles, e eles, por mim!

09 Setembro, 2006

as páginas da vida. não da minha vida, as páginas da novela.

há algumas semanas eu fiz as pazes com o maneco.
manoel (o carlos). aquele que escreve novelas que você não assiste porque acha que televisão emburrece.
pra quem nao sabe, não vou me aprofundar.
eu sou noveleira e pronto. num nível um pouco acima do normal.
mas... vamos lá.
andava muito cansada e sem tempo. acompanhei alguns capítulos da trama das 7, e passei a assistir "páginas da vida", novela exibida no horário nobre, escrita pelo maneco (acima citado, presta atenção!).
ele está na sua quinta helena, a terceira de regina duarte. (as outras duas foram interpretadas pela vera fisher e christiane torloni).
suas histórias são sempre cheias de lições de moral, raramente têm um vilão, a não ser as pessoas com mau caráter mesmo, e se passam no leblon.
eu passaria o dia criticando a produção das 8, que passa às 9h20, mas só quero dizer que a ana paula arósio parece que está bêbada num teatro gigante em todo capítulo (porque ela berra e ri estrionicamente o tempo todo)
sobre a regina duarte... enfim, deixemos a regina duarte de lado... acho que a sonia braga não precisa de comentários....
humm... perdi a linha de raciocínio...
o negócio é o seguinte.
em toda novela ambientada no rio de janeiro, ou seja, todas que não são escritas pelo silvio de abreu, os personagens tomam café da manhã, andam no calçadão, surfam, trabalham, jantam fora, vão ao cinema, fazem macarronada pra vizinhança, assistem Tv e têm tempo pra fazerem o que está escrito em seus respectivos roteiros.
paulistana que sou, eu pergunto:
onde é que o carioca da novela arruma tempo pra tudo isso?
na trama do silvio (de abreu), tá todo mundo correndo o tempo todo, atrasado, preso no trânsito, cansado e as pessoas sempre levantam da mesa com o sanduíche na mão e largando a xícara de café pela metade.
eu tô sempre correndo, o tempo todo.
sinceramente? que venha a próxima novela do gilberto braga porque eu e o maneco não estamos nos dando muito bem.

eu não gosto do bom gosto.

ontem eu peguei um taxi e quase chorei de tanto mau humor.
como ninguém lê isso aqui mesmo, sinto-me bem à vontade em expressar minha indignação e não revisar o texto.
não suporto congestionamento na calçada. velho que reclama de tudo, criança mal educada, minha vizinha (que é mal educada), gente fanática, shopping center, filas, barulho na praia, lugar cheio, música eletrônica, vulgaridade, inchaço, sujeira, telefone que toca alto, interfone que toca sem aviso prévio, ficar sem dinheiro, ressaca, fome, falta de respeito, excesso de respeito, gente engessada, gente de mentira.
eba. cheguei onde eu queria.
parece que uma febre dominou o mundo.
ele (o mundo) está enlatado e rotulado.

veja só que curioso: eu amo gente, mas eu passei a ter preguiça de gente.

você que está lendo:
você é cool? você é culto? você finge que não tem preconceito? você se diz tolerante?
mentira! você também está rotulado!

de novo eu lembro de todo mundo no sítio, desprovido de vaidades, dançando, cantando, comendo até explodir e ninguém falava de trabalho. aquilo era de verdade. a gente era feliz. a gente ria. gente bonita. defeitos bonitos. chatices adoráveis.

hoje não. eu mudo de ambiente. vou do pop ao underground, e TODO MUNDO encarna um personagem. TODO MUNDO usa máscara!

IN SU POR TÁ VEL.

se tem o culto ao trash, cool, cult, dark, pop, in, nostálgico, aos radicalismos, brasileirismos, estrangeirismos e tal, por que não tem o culto ao que é de verdade, ao simples?

é legal ser educado, é legal gostar do que faz, é legal ser amigo de todo mundo, comer com a mão, não conhecer nova iorque, não falar francês, ter um fotoblog com fotos mal tiradas dos amigos, ser sincero, ir namorar de pijama rosa, acordar de cara feia, ficar de mau humor, chorar, rir, tropeçar, dizer eu te amo antes de desligar o telefone com a mãe, ouvir lulu santos, casar, ter filhos, ser madrinha de casamento à moda antiga (mesmo que pra vc, aquilo esteja fora de cogitação). assumir. não estar na moda. não ser vulgar. ser religioso, ser apolítico ou politizado.

eu gosto de família grande, de churrasco, de levar um pedacinho do bolo no pratinho, a sobra pro cachorro, eu gosto de chinelo, meia por cima do abrigo quando tá frio, gosto de gritar "lindo" no show do chico buarque.

gosto de brigar pelo corinthians mesmo sem saber pra que lado o time tem que chutar a bola pra fazer gol.

gosto de ser menino.
gosto de jogar sinuca e gritar gol quando acerto a bolinha. gosto de tomar cerveja de dia.

ah, cuidado! não gosto que encoste em mim sem meu concentimento. (eu fico muito - muito - brava mesmo).

gosto de jantar na hora da novela. gosto de abraço, de ataque de riso, de domingo com chuva, de dvd de música, de flores, de beijo e de queijo .... e gosto quando acaba a tpm.
eu não gosto do bom gosto, eu não gosto do bom senso.

05 Setembro, 2006

aos mestres, com carinho.

om tare tam soha

eu por mim mesma. todos por mim. meu oportuno herói.

o título? letra de música...

ontem li palavras de gentileza.

depois, por acaso li seu desabafo.
você estava lá, embora nossas músicas não estivessem.
lembrei do teu olhar, aquele que melhora o meu.
lembrei do vício e do momento propício.
por isso da dança, do beijo, do aperto (no peito).
lembrei que depois você me adorou pelo avesso.
eu não sei se mereço teu olhar, teu abraço e teu beijo.
agradeço. do avesso.
obrigada por me olhar. por me cuidar.
e por estar lendo esse texto.
e sabe o que vai me irritar?
mais tarde você vai perguntar se eu escrevi pra você.
vai dizer que ficou na dúvida.
slow dancer, eu tô falando com você.
e aí a gente começa tudo de novo...

no fundo azul, branco e preto.

carta para alfredo. meu eterno namorado.

04 Setembro, 2006

depois de ter chico (o buarque) novamente. 7 anos depois.

ele estava sublime. me perdoou por ter me traído, me ofereceu um drinque no dancing, me viu sair da sessão frouxa de rir e vai pedir uma licença porque eu (a dançarina) já lhe jurei que faço um show pra ele.
ele também bateu palmas com vontade fazendo de conta que é turista e afirmou que, pela nossa lei, a gente era obrigado a ser feliz.
ficou nas vitrines me vendo passar na galeria, onde cada clarão é como um dia depois do outro dia.
abrindo o salão, passo em exposição.
passo sem ver meu vigia catando a poesia que entorno no chão.
me amou dessa vez como se eu fosse a única.
disse que eu estou diferente, que estou pra lá de prá frente.
me pediu pra devolver o neruda que eu lhe tomei, e nunca li.
me senti pisando num chão de esmeraldas.
quando parou o samba, bati palmas e pedi bis.

02 Setembro, 2006

o homem e a mulher do saco.... na cabeça.

eu vou escrever sobre esse casal aí...
esse casal que nunca foi um casal é um casal perfeito.
eles não são um casal há 5 anos e 10 meses.

ela sabe o que os olhos dele (que estão escondidos no saco, mas que ela vê) dizem.
pra ela, não interessa que mil raios partam, ou que ele parta.
ele nunca a protegeu do mal, dos medos e da chuva.

ela fez uma promessa.

ela sabe que eles são o casal que não é um casal mais perfeito que conhece.
basta!

eles são muito apaixonados um pelo outro.

ele mora dentro dela.
dela quem mesmo? da geladeira? da gaveta? da moça? está dentro dela.

dela. dela. dela.

eles têm medo da chuva. é preciso estar atendo e forte.

são felizes. se amam. só existem eles 2.
seguem se amando com seus sacos na cabeça.
vidas separadas por um amor que não os deixa ficar longe.

01 Setembro, 2006

saudosa maloca. querida. ela. eu.

não faz muito tempo. ou faz. não importa.
tenho saudades de muitas coisas, de outras nem tanto.
ficar 1 mês na casa da praia, fazer evento com a galera da plantão de arte e acabar breaca na festa de encerramento.
tenho saudades de ficar na casa da tati com a sobrinhada em volta.
minhas tarde de sábado com o fernando eram as melhores tardes do mundo. agora ele tá na espanha, e o estrangeiro é muito longe.
ficar um mês fazendo produção pros filmes do mc junto com a virginia e taty.
quase morrer de cansaço no final das filmagens e sair de lá cheia de amigos novos e elogios pelo bom humor permanente.
passar o final de semana na praia só comendo queijo branco e alface.
ver meu irmão todo dia. morar num apartamento de 27m quadrados e sentir o maior amor do mundo no quadradinho ao lado.
saudades dos 700 e poucos CDs que eu vendi... nem sei se foi tudo isso.
a cada ano o numero aumenta um pouquinho....
saudade da primeira gravidez da turma, do primeiro casamento.
das confusões com o duca no matrix, onde a gente sempre bebia a mais, perdia o documento e saía sem pagar e sem lembrar de nada no dia seguinte.
saudades das gêmeas de joinville.
da casa gigante que tinha as portas abertas e da praça que ficava na frente dela.
a anna christina jogava as coisas da janela do quarto dela e caíam no meu quintal.
bom, às vezes as coisas "voavam" pra lá sem querer.
saudades do danilo, meu cachorro. de ter carro, de não pagar impostos, nem ter contador.
mas tem coisa que eu não sinto falta não!

não sinto falta de quem me magoou, dos traumas, dos desamores, das fases ruins.
saudades de amigos que nunca os foram? também não!
gente egoísta? tsc tsc tsc.

sinto falta dos que foram pro céu. às vezes não lembro direito deles.
do tio pitanga e das pedrinhas que eu e o fefe (o quarto josé) ficávamos catando no sítio.
da lata de biscoitos e do cabelinho de neve da vó nair.
vó maria antonia que sempre era sábia em tudo o que dizia e era a verdadeira matriarca da família.
dos amigos que se foram, do meu primeiro amor, dos outros tios, dos outros amigos....

e dela.
dela trabalhando de dia na escola, de noite em casa.
do carinho nas costas, no rosto. do mau humor da menopausa.
do jeito que ela enrolava o miolo do pão enquanto tomava café. (eu faço isso tb!)
da elis regina que eu também ouço. da noviça rebelde que eu assisto e do hino nacional que a fazia e me faz chorar.
ela teria orgulho de mim.
muito.
queria poder dar um abraço e ver aquele olhar de amor incondicional e ter a festa que ela fazia por qualquer bobagem que eu fazia bem feita.
a cada dia eu sou mais ela. não intencionalmente.
só não gosto quando alguém da família chora enquanto eu estou às gargalhadas só porque eu pareço demais com ela.
o jeito de segurar o cigarro, as unhas vermelhas, os olhos fundos, o sorriso, a gargalhada, o signo de áries, o colo, a força e a determinação em amar e cuidar. a coragem.

mãe, acho que tá tudo aqui. vc não esqueceu nada! pode ficar tranquila que eu seguro bem a bronca desse monte de homem que vc deixou aqui pra mim.
e meu coração tá tranquilo porque eu não deixei de dizer "eu te amo" todos os dias da minha vida pra você e nem pra ninguém.
sou de verdade, do jeito que você ensinou que tinha que ser, embora eu ache que você engoliu sapos a vida toda só pra gente te ver chorar sorrindo.

e vou pra reunião. coração cheio e feliz por tê-la encontrado no sonho esta noite.
aliás, vc estava muito bem com seu terninho vermelho!
não, mãe! eu nunca vestiria um daqueles em toda minha vida. desista!